Repsol pode voltar à MotoGP no lugar da Liqui Moly
Repsol pode reassumir papel na MotoGP em 2026, tornando-se fornecedora oficial de lubrificantes das categorias Moto2 e Moto3.
A lendária Repsol, patrocinadora icônica da Honda por quase três décadas, pode estar prestes a retornar ao paddock da MotoGP em 2026 — mas em um papel totalmente diferente. De acordo com informações do Motorsport.com da Espanha, a empresa espanhola deve assumir o posto de fornecedora oficial de lubrificantes das categorias Moto2 e Moto3, marcando seu retorno ao campeonato mundial após dois anos de ausência.
A Repsol foi parceira da Honda de fábrica entre 1995 e 2024, período em que a aliança conquistou 15 títulos mundiais, incluindo seis com Marc Márquez e cinco com Mick Doohan, consolidando-se como uma das colaborações mais vitoriosas da história do esporte.
O fim da parceria foi confirmado no final da temporada de 2024, quando a Castrol assumiu o posto de patrocinadora principal da equipe Honda na categoria rainha. No entanto, a nova movimentação indica que a Repsol continuará presente no universo da motovelocidade — agora expandindo sua atuação para as categorias de base.
Atualmente, a função de fornecedora oficial de lubrificantes é ocupada pela Liqui Moly, cujo contrato com a Dorna Sports vai até 2027. Segundo a publicação, esse acordo deverá ser rescindido antecipadamente, abrindo espaço para a entrada da Repsol.
Ainda não há confirmação oficial sobre a continuidade da Liqui Moly como patrocinadora principal do GP da Alemanha, mas fontes indicam que a Dorna vê a mudança como uma oportunidade para aumentar a visibilidade das classes Moto2 e Moto3, especialmente dentro da nova estratégia global de crescimento da categoria sob gestão da Liberty Media.
Com o possível retorno da marca em 2026, a Repsol volta a reforçar sua ligação histórica com o motociclismo — agora com foco em inovação técnica e visibilidade estratégica, em vez de nas cores de uma equipe específica.


