Bezzecchi, Martín e Diggia defendem GP do Brasil
Bezzecchi, Martín e Di Giannantonio defendem organização do GP do Brasil após críticas ao asfalto e destacam esforço para manter a corrida em Goiânia.
Mesmo após as críticas ao asfalto de Goiânia, os três primeiros colocados do GP do Brasil de MotoGP saíram em defesa da organização do evento.
A corrida foi reduzida de 31 para 23 voltas minutos antes da largada por conta de problemas na pista, além de relatos de pedaços de asfalto atingindo pilotos durante a prova.
O vencedor Marco Bezzecchi destacou o esforço da organização. “Estou muito feliz com o trabalho que fizeram. Conseguiram resolver tudo em pouco tempo”, afirmou. “O esforço para nos colocar na pista mesmo com os problemas foi incrível”.
Mesmo reconhecendo falhas, reforçou: “Tivemos alguns problemas, mas era tudo novo. Acho que devemos estar satisfeitos”.
Segundo colocado, Jorge Martín explicou a decisão da direção de prova. “No começo não entendi a corrida mais curta”, disse. “Mas quando fiquei atrás do Marc e do Fabio percebi: as pedras estavam batendo na moto e no corpo”.
Ainda assim, valorizou o evento: “Foi muito importante correr aqui no Brasil. Tenho certeza que tudo vai melhorar”.
Fabio Di Giannantonio, terceiro colocado, também elogiou o trabalho feito. “Eles fizeram um trabalho incrível”, afirmou. “Não é fácil para um país voltar a esse nível da MotoGP”.
O italiano ainda destacou o ambiente geral: “Os fãs foram impressionantes. O asfalto pode melhorar, mas foi um grande fim de semana”.
Apesar da polêmica, o pódio adotou um tom equilibrado, reconhecendo os problemas, mas reforçando o esforço da organização para garantir a realização da etapa.